Testes de DNA
Bovinos - Equinos - Ovinos.

Amostras, coleta e envio

Coleta, Transporte e identificação das amostras

O DNA pode ser extraído de qualquer tecido (bulbo capilar, sangue, pele, músculo, sêmen, etc.). Preferencialmente utilizamos amostras de pêlos, sangue, esfregaço nasal ou sêmen.

Sangue

A amostra de sangue deve ser coletada em tubo com anticoagulante (de preferência EDTA). Se necessário o laboratório pode fornecer o material.

  • IDENTIFICAR o tubo com o nome ou número de registro do animal amostrado.
  • Não pode ser congelado.
  • PREENCHER o formulário de identificação, que pode ser obtido neste site, com todos os dados solicitados do proprietário e dos animais amostrados. Esse formulário tem que ser assinado pelo veterinário, zootecnista ou agrônomo responsável e conter o número de inscrição no conselho de classe. Enviar o formulário preenchido junto com as amostras.
  • ENVIAR as amostras de sangue em caixa de isopor reciclável. Tomar o cuidado de preencher os espaços vazios da caixa com papel amassado para que os tubos não se quebrem durante o transporte.
Pêlo
  • ARRANCAR cerca de 20 fios da vassoura da cauda de bovinos ou, para equinos, da crina ou cauda. Os pêlos devem estar isentos de produtos químicos como inseticidas ou óleo e também não devem conter ectoparasitas. Recomendamos coletar da parte interna da cauda (menos exposta à sujeiras), com o auxílio de um alicate.
  • IDENTIFICAR um envelope de papel com o nome e/ou número de registro do animal amostrado.
  • COLOCAR os fios arrancados diretamente no envelope correspondente, para que não tenham contato com nenhuma substância contaminante e fechá-lo, tendo cuidado de não molhar os pêlos
  • PREENCHER o formulário de identificação, que pode ser obtido neste site, com todos os dados solicitados do proprietário e dos animais amostrados. Esse formulário tem que ser assinado pelo veterinário, zootecnista ou agrônomo responsável e conter o número de inscrição no conselho de classe.
  • MANTER os envelopes contendo as amostras em local seco.
  • COLOCAR os envelopes com as amostras e o formulário em outro envelope e ENVIAR à Gene/Genealógica pelo correio
Esfregaço Nasal

A amostra de esfregaço nasal deve ser coletada com escovinha adequada e tubo com solvente específico. Se necessário o laboratório pode fornecer o material.


CUIDADO PARA NÃO COLETAR APENAS A SECREÇÃO. ESFREGAR FIRMEMENTE A ESCOVINHA, GIRANDO-A CONTRA AS PAREDES INTERNAS (MUCOSA) DA NARINA DO ANIMAL PARA RETIRAR AS CÉLULAS QUE CONTÊM O DNA.

  • IDENTIFICAR DUAS ETIQUETAS (uma para o tubo e a outra para o saquinho) COM O NOME E/OU NÚMERO DE REGISTRO DO ANIMAL AMOSTRADO.
  • COLAR UMA ETIQUETA NO CORPO DO TUBO (não colar na tampa).
  • ESFREGAR FIRMEMENTE A ESCOVINHA, GIRANDO-A CONTRA AS PAREDES INTERNAS (MUCOSA) DA NARINA DO ANIMAL PARA RETIRAR AS CÉLULAS QUE CONTÊM O DNA.
  • VERIFICAR SE O TUBO CONTÉM O SOLVENTE, QUE É APENAS ÁLCOOL E PODE TER EVAPORADO. SE NECESSÁRIO, ACRESCENTAR ÁLCOOL COMERCIAL.
  • MERGULHAR A ESCOVINHA NO SOLVENTE E LAVAR, GIRANDO-A DENTRO DO LÍQUIDO – DESCARTAR A ESCOVINHA.
  • FECHAR BEM O TUBO (PRESSIONAR COM FORÇA A TAMPA) E COLOCÁ-LO NO SACO PLÁSTICO.
  • FECHAR O SAQUINHO PLÁSTICO COLANDO A SEGUNDA ETIQUETA.
  • COLOCAR AS AMOSTRAS E O FORMULÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO PREENCHIDO EM OUTRO ENVELOPE E ENVIAR A GENE/GENEALÓGICA PELO CORREIO.

AS AMOSTRAS DE ESFREGAÇO NASAL NÃO PRECISAM DE REFRIGERAÇÃO

Sêmen
  • COLOCAR as palhetas em saco ou tubo plástico, para evitar um possível vazamento da amostra descongelada. Acondicionar e identificar, mesmo se a palheta estiver completa e identificada na origem.
  • ENVIAR as amostras e o formulário em um envelope ou caixa à Gene/Genealógica. Não é necessária refrigeração durante o transporte.
Outros tecidos
Em caso de necessidade de teste a partir de outros tecidos, solicitamos entrar em contato com o laboratório por telefone.